Pirates of Caribbean: On Stranger Tides
EUA, 2011 - 137 minutos
Ação, Aventura, Fantasia
Direção: Rob Marshall
Roteiro: Ted Elliot, Terry Rossio
Elenco: Johnny Depp, Penélope Cruz, Ian McShane, Geoffrey Rush
Eu já sabia que não gostaria do filme. Eu só fui confirmar.
CUIDADO!!! SPOILERS!!!
É claro que o filme vai ser um estrondoso sucesso, principalmente por causa do alto custo dos ingressos de exibição em 3D. E como ele foi quase 100% filmado em 3D (e não apenas porcamente convertido, como muitos por aí) deve valher a pena se pagar mais caro por esse motivo. Eu não sei. Eu assisti em 2D mesmo. Para mim o único mérito do filme foi ser melhor do que "No Fim do Mundo" - o que não era muito difícil.
"Piratas 4" não conseguiu me empolgar. Achei a trama desinteressante - quer dizer, feita de modo desinteressante, porque a Fonte da Juventude é um tema muito legal! Faltou algumas revisões de roteiro e devem ter usado o dinheiro do orçamento do filme nas câmeras p/ filmagem 3D porque não tem outra explicação para o cenário da Fonte ter sido tão malfeito! (pior do que aquilo só o cenário da gruta da luz no final de LOST) E me digam o quão ridícula foi a cena da sereia no final?! (vocês vão entender quando assistirem) E não gostei do Barbossa no governo inglês - estragou o personagem!
É melhor eu parar aqui ou vou massacrar "Navegando em Águas Misteriosas" cada vez mais. Comentarei, então, a história do filme, que se passa algum tempo depois de "No Fim do Mundo".
Gibbs está sendo erroneamente julgado como e pelos crimes de Jack Sparrow num tribunal inglês. Jack aparece e consegue salvá-lo para logo em seguida cairem numa emboscada do governo inglês. Eles exigem que Jack lhes entregue o mapa para a Fonte da Juventude. Jack consegue fugir, mas sem o mapa que fora habilmente surrupiado por Gibbs.
Na cidade, há um boato de que o pirata Jack Sparrow está recrutando tripulantes para seu barco. Em sua fuga, Jack acaba indo parar no bar onde supostamente estaria reunindo pessoal. Lá, ele encontra seu pai (novamente interpretado pelo Rolling Stone Keith Richards) que explica que ele precisará de dois cálices de prata de Ponce de Léon para usar na Fonte. Seu pai bizarramente desaparece e depois ele descobre que uma mulher de seu passado chamada Angelica (Penelope Cruz) está se passando por ele. Ela o sequestra e leva para seu barco, o Queen's Ann Revenge. Angelica revela ser a filha do pirata mais temido de todos os tempos, o Barba Negra (Ian McShane). E eles precisam de Jack para chegar na Fonte da Juventude.
Enquanto isso, Gibbs está quase sendo executado quando oferece como barganha o mapa da Fonte. Barbossa (Geoffrey Rush), que estava presente na execução, parece concordar mas Gibbs, temendo pela vida, queima o mapa. Agora Barbossa precisaria de Gibbs para achar a Fonte.
Inicia-se uma corrida pela Fonte. E além do Barba Negra e de Barbossa com o governo inglês o pessoal da Espanha também está atrás da Fonte - eles conseguiram a informação no comecinho do filme, através de um diário de Ponce de Leon que um moribundo literalmente pescado no mar lhes entregou. (os espanhóis foram extremamente desnecessários para o filme e só atrapalharam!!!)
Ah, e onde entram as sereias nisso tudo? É que precisa-se de uma lágrima de sereia junto com os cálices de prata para usar na Fonte...
Ok, não se preocupem, não contarei o filme inteiro! Parei! (ah, depois dos créditos tem uma cena extra que envolve a personagem Angelica e o boneco vudu de Jack Sparrow).
A trilha sonora até estava sincronizada com alguns acontecimentos, provavelmente por causa do diretor Rob Marshall, que já dirigiu musicais como "Chicago" e "Nine". No entanto, Marshall ainda precisa aprender a dirigir cenas de ação grandiosas, essenciais para um filme de aventura desse porte! É claro que o uso das câmeras 3D influência na mobilidade das cenas mas para o provável vindouro 5º filme (que espero que se equipare aos dois primeiros) e se tivermos que enfrentar mais filmes da franquia que seja com Gore Verbinski na direção, ou alguém melhor!
E por incrível que pareça tem algumas coisas mínimas que eu gostei em "Navegando em Águas Misteriosas". Foi super bacana ver uma bandeira com um Jolly Roger (símbolo pirata do crânio com dois ossos cruzados) hasteada no alto da torre mais alta do castelo da vinheta da Disney. E uma coisa legal da série é utilizar suas próprias versões para personagens da mitologia bucaneira. Teve o Davy Jones e agora o Barba Negra. E Barbossa ganhou uma perna de pau - um elemento bastante comum em nosso imaginário sobre os piratas.
Meu temor a respeito de que teríamos uma overdose de Jack Sparrow milagrosamente não ocorreu. E Johnny Depp, como sempre, estava perfeito no papel. Apesar de eu não ter gostado dos rumos do personagem Barbossa, vale ressaltar que Geoffrey Rush roubava a cena sempre que aparecia. Seria melhor para o filme que não existisse a subtrama dos espanhóis e que o começo fosse sobre o Barba Negra atacando o Pérola Negra e Barbossa perdendo a perna. Pisaram na bola roteiristas!!! (e o que foi aquela idiotice de profecia de que um homem de uma perna - no caso, o Barbossa - mataria o Barba Negra e a resolução disso tudo! que raiva!)
Gibbs está sendo erroneamente julgado como e pelos crimes de Jack Sparrow num tribunal inglês. Jack aparece e consegue salvá-lo para logo em seguida cairem numa emboscada do governo inglês. Eles exigem que Jack lhes entregue o mapa para a Fonte da Juventude. Jack consegue fugir, mas sem o mapa que fora habilmente surrupiado por Gibbs.
Na cidade, há um boato de que o pirata Jack Sparrow está recrutando tripulantes para seu barco. Em sua fuga, Jack acaba indo parar no bar onde supostamente estaria reunindo pessoal. Lá, ele encontra seu pai (novamente interpretado pelo Rolling Stone Keith Richards) que explica que ele precisará de dois cálices de prata de Ponce de Léon para usar na Fonte. Seu pai bizarramente desaparece e depois ele descobre que uma mulher de seu passado chamada Angelica (Penelope Cruz) está se passando por ele. Ela o sequestra e leva para seu barco, o Queen's Ann Revenge. Angelica revela ser a filha do pirata mais temido de todos os tempos, o Barba Negra (Ian McShane). E eles precisam de Jack para chegar na Fonte da Juventude.
Enquanto isso, Gibbs está quase sendo executado quando oferece como barganha o mapa da Fonte. Barbossa (Geoffrey Rush), que estava presente na execução, parece concordar mas Gibbs, temendo pela vida, queima o mapa. Agora Barbossa precisaria de Gibbs para achar a Fonte.
Inicia-se uma corrida pela Fonte. E além do Barba Negra e de Barbossa com o governo inglês o pessoal da Espanha também está atrás da Fonte - eles conseguiram a informação no comecinho do filme, através de um diário de Ponce de Leon que um moribundo literalmente pescado no mar lhes entregou. (os espanhóis foram extremamente desnecessários para o filme e só atrapalharam!!!)
Ah, e onde entram as sereias nisso tudo? É que precisa-se de uma lágrima de sereia junto com os cálices de prata para usar na Fonte...
Ok, não se preocupem, não contarei o filme inteiro! Parei! (ah, depois dos créditos tem uma cena extra que envolve a personagem Angelica e o boneco vudu de Jack Sparrow).
A trilha sonora até estava sincronizada com alguns acontecimentos, provavelmente por causa do diretor Rob Marshall, que já dirigiu musicais como "Chicago" e "Nine". No entanto, Marshall ainda precisa aprender a dirigir cenas de ação grandiosas, essenciais para um filme de aventura desse porte! É claro que o uso das câmeras 3D influência na mobilidade das cenas mas para o provável vindouro 5º filme (que espero que se equipare aos dois primeiros) e se tivermos que enfrentar mais filmes da franquia que seja com Gore Verbinski na direção, ou alguém melhor!
E por incrível que pareça tem algumas coisas mínimas que eu gostei em "Navegando em Águas Misteriosas". Foi super bacana ver uma bandeira com um Jolly Roger (símbolo pirata do crânio com dois ossos cruzados) hasteada no alto da torre mais alta do castelo da vinheta da Disney. E uma coisa legal da série é utilizar suas próprias versões para personagens da mitologia bucaneira. Teve o Davy Jones e agora o Barba Negra. E Barbossa ganhou uma perna de pau - um elemento bastante comum em nosso imaginário sobre os piratas.
Meu temor a respeito de que teríamos uma overdose de Jack Sparrow milagrosamente não ocorreu. E Johnny Depp, como sempre, estava perfeito no papel. Apesar de eu não ter gostado dos rumos do personagem Barbossa, vale ressaltar que Geoffrey Rush roubava a cena sempre que aparecia. Seria melhor para o filme que não existisse a subtrama dos espanhóis e que o começo fosse sobre o Barba Negra atacando o Pérola Negra e Barbossa perdendo a perna. Pisaram na bola roteiristas!!! (e o que foi aquela idiotice de profecia de que um homem de uma perna - no caso, o Barbossa - mataria o Barba Negra e a resolução disso tudo! que raiva!)

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