Ano passado inventei o Halloween Vibe
só que não segui adiante com a ideia. Esse ano ressuscitei o projeto.
Toda semana (#sqn) aqui no GuileVS publicarei um texto sobre um ícone do
terror. O primeiro a ser tratado foi o Jason. Depois foi o Chucky. Agora é a vez do Freddy Krueger.
Fruto de um estupro grupal sofrido por uma freira, o jovem Freddy Krueger sempre foi perturbado. Sofria bullying na escola e constantes abusos do pai adotivo - após mais uma surra, matou o pai.
Anos depois, casou e teve uma filha, Katherine. Trabalhava numa fábrica nos arredores de Springwood, onde levava as criancinhas para serem mortas na caldeira do local. Certo dia, a esposa descobriu os hábitos psicóticos do marido (o "Retalhador de Springwood") e foi estrangulada por Freddy, na frente da filha. Katherine denunciou o pai, mas de nada adiantou. Freddy foi solto por um erro judicial e voltou a cometer crimes.
Os pais das crianças mortas, os vizinhos de Freddy na Rua Elm e os demais moradores da cidade se revoltaram e decidiram botar um fim na vida do psicopata. Encurralaram Freddy e lhe atearam fogo. O problema é que mesmo após a morte, ele continuou causando morte. Freddy se tornou uma entidade sobrenatural, alimentada pelo medo, capaz de matar as pessoas (adolescentes, em especial) através dos sonhos e pesadelos.
O segundo filme da série (o mais criticado negativamente) apresenta uma versão diferente de Krueger: após o confronto com a Nancy, ele está fraco e acaba possuindo um adolescente (quando este dorme) e o faz matar por ele.
A história do assassino de suéter listrado, chapéu de lã e luva com lâminas rendeu sete filmes sequenciais, um crossover com Jason e um reboot, em 2010.

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